sexta-feira, 8 de abril de 2016

Derrubamos tudo: Executivo, Legislativo, Judiciário e passamos a sofrer a crise de nossa falta de crítica que repercute na insegurança social – de todos - que vivemos dia pós dia. Erramos? Sim por tentar sermos “críticos” demais. Acreditamos que o bom senso é universal quando ele o é personalíssimo: Varia com sua realidade social. É o que se defende; é o que se pretende.
Criticar é sair do mundo do leu ou ouviu ou ainda ouviu e viu sem pensar, sem analisar, sem questionar sendo todos nós meros fantoches.
Nunca se viu tamanha necessidade em se falar, em se expressar. Pouca preocupação em se ouvir. Problema há em o que se ouve. Fere às vezes. Entendem divergências como times de futebol a concorrerem pelo campeonato quando, enquanto Brasil, não há vencedores. Somos todos perdedores com a derrota da seleção nossa.
Exige-se criticidade como nunca antes; a verdadeira ante à preguiça em se pensar. Àqueles que nunca a fizeram, é hora de iniciar e exercitar-se. Leva tempo, mas é possível, mas pense, pense, pense e pense no que propaga. Você pode estar prejudicando a si, sua família e à comunidade ante ao seu comentário ou compartilhar uma informação sem conhecer o que há por detrás; por ser um ignorante embora crente a provocar mudanças positivas.
É necessário sermos cidadãos retos a mudarmos o país indiferente ao que se defende: A ou B ou C ou D ou E ou etc. O País nosso que precisamos muito para viver junto as nossas gerações necessita disto como nunca antes se perseguiu! Caso contrário pode ser que você criará o Brasil que você pensou ideal, mas que passa longe do que é necessário a si e a sua família; seu próximo.
Não seja ignorante: Desconhecedor de conhecimento, imaturo às questões sociais, econômicas e políticas, matuto, burro. Você é muito mais do que isto; é um ser pensante capaz de provocar mudanças positivas a si, à família e a sua comunidade. É só pensar, só pensar. Mas, pense. Se difícil está, não busque ajuda de outrem por poder ser perigoso a desconhecer o terceiro, mas SILENCIE-SE. Simples assim. É preferível isto a propor e depor contra si, sua família e a sociedade, ao próximo.
Não seja repetidor; muito menos mentiroso. O Brasil precisa de Homens numa concepção antropológica atualizada como o foram os grandes Homens existentes há poucas décadas: Crédulos à palavra.
Acorde! A mudança é lenta, mas ocorre e é importante tudo o que hoje acontece. Tudo foi desejado pelo povo mesmo àqueles que a desejaram intrinsecamente.
É histórica a participação sua na atualidade, mas também o é o passar de geração em geração a sua ignorância.

domingo, 23 de junho de 2013

Vozes das Ruas?


Nunca se viu uma mobilização social tão grande!

A condição sine qua non para a existência estatal é a preservação da vida ou pelo menos era o pensamento de filósofos como Hobbes no final do século XVII e Rosseau no início do século XVIII. Viver sem o Estado é praticamente impossível. Ele tem o dever de cuidar da vida entendida num sentido amplo que não apenas o respirar. Condições dignas são fundamentais a qualquer pessoa. Os entes políticos ao cumprirem a atividade estatal têm a obrigação de sempre preservarem a vida.

Não é novidade a nenhum brasileiro que o custeio das atividades estatais definidas pelos políticos é por via dos tributos. Os políticos deveriam convertê-los em condições dignas a todos brasileiros. O Brasil de há muito sofre com a falta de políticas inteligentes voltadas ao bem comum. Durante décadas o povo sofre com os mandos e desmandos de governos federais, estaduais e municipais que não nos protegem.

Anos e anos a arrasadora maioria do povo não quis entender que os políticos são nossos representantes eleitos, embora todos saibam disto. Mas, o povo se calou entendendo a autoridade governamental como uma distância enorme sendo que estes são empregados do povo e não patrões.

Disse de forma sábia e recente o Papa Francisco: “Envolver-se na política é uma obrigação para um Cristão. Nós, Cristãos, não podemos fazer de Pilatos e lavar as mãos. Não podemos. Temos que nos meter na política por que a política é uma das formas mais altas de caridade por que busca o bem comum. Os leigos Cristãos devem trabalhar na política. A política está muito suja, mas eu pergunto: Está suja porquê? Por que os Cristãos não se meteram nela com espírito evangélico. É fácil dizer que a culpa é dos outros. Mas eu, o que faço? Isto é um dever. Trabalhar para o bem comum é um dever do Cristão”

Agora os Brasileiros vão às ruas demonstrando a insatisfação, a revolta contra políticas e políticos que se colocam distante dos anseios do povo a não promoverem o bem comum, a vida.
Acredito que dizer que são “vozes das ruas” é limitar o alcance que o movimento tem conseguido. Não são apenas das ruas, mas de forma ampla tem conseguido adentrar dentro das casas, dos comércios, dos governos, da imprensa e de toda a sociedade. Há muitos, muitos Brasileiros não presentes nas ruas, mas apoiando-o. Não são apenas as “vozes das ruas”. É a voz do Brasil!

Acho até que o movimento vem a possibilitar aos poucos sérios políticos que ainda existem uma reconstrução. São tantas dívidas que um político tem para com outro objetivando à perpetuação no poder e isto acontecendo em todos os níveis de governo que mesmo que um queira apresentar propostas na defesa à vida não consegue avançar. O outro ou outros tantos não permitem. Um elo difícil de ser rompido até hoje. Agora isto é possível!

A classe política tem vivenciado algo inédito e passam a entender que o povo quer um Brasil para todos e que eles, empregados do povo, tem que trabalhar para todos nós a nos dar vida. Aquele que não perceber isto pode pendurar a chuteira, pois a crise é grande e diante dos avanços positivos dos manifestos mostra a fraqueza governamental. Estão fazendo o que o povo quer! Nos discursos políticos o governo se curva. Diante disto, novas propostas têm que pesar de como os Brasileiros irão aceitá-las. Não creio que o movimento acabe. Pelo contrário estará a partir destes dias sempre presente. Sempre antenado com as propostas dos políticos. Sempre as analisando. É fazer besteira e o povo se une!

Um grande momento diante dos vários que vimos mostra o povo sobre o Congresso Nacional. Dali uma importante interpretação surge. O local das mais importantes decisões políticas do país se põe sobre os pés dos donos do Brasil, o povo. Dentre a formação do movimento está a ausência de líderes, de bandeiras partidárias. Aliás, estas últimas são ridicularizadas pelo povo quando tentam serem oportunistas. O movimento não aceita esta postura. Perfeito! Vandalismo? Presente sim, mas será que os que o fazem é o povo Brasileiro ou oportunistas?

Envolver-se na política não é só ser um político eleitoreiro, mas é participar e hoje nós, o povo Brasileiro, diante de tanta opressão e massacrado por políticos e políticas retoma o poder. É um novo Brasil que clama por vida a todos.


sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

História na Faculdade de Odontologia - UFJF

1990 a 1994
Jornal Tribuna de Minas - Juiz de Fora - Minas Gerais

Durante todo o meu tempo em que fui estudante na nossa maravilhosa e uma das melhores Faculdades de Odontologia do Brasil, a Faculdade de Odontologia de Juiz de Fora(MG) - orgulho à parte - fiquei envolvido não somente na minha graduação, mas também no Movimento Estudantil seja inserido no contexto do Diretório Acadêmico, D.A., seja no Diretório Central dos Estudantes, D.C.E. Muitas amizades foram ali alicerçadas trazendo naquele momento felicidades, alegrias e descontração. Com certeza preocupações também. Estas amizades estendiam-se desde os alunos, funcionários e alguns professores. Grandes professores participaram e participam das nossas vidas até hoje seja por usarmos os conhecimentos técnicos adquiridos por lá nas nossas profissões e deles lembrarmos ao sentarmos frente aos nossos pacientes, sejam por termos contatos com eles de tempos em tempos.

Como poderíamos nos esquecer de tantos amigos acadêmicos da FO e do seu D.A. e do DCE que conhecemos ali e que marcaram nossas histórias pessoais. Alguns muito próximos. Outros nem tanto. Não citarei aqui nomes para evitar a deselegância em não citar algum. Muitos destes temos contatos até hoje principalmente nas redes sociais do mundo virtual. Muitos ainda hoje continuam por lá, mas no magistério superior. Não como "acades". 

Lembramos aqui alguns professores que temos saudades como a Profª Ivone de Oliveira Salgado e a Profª Cristina Pereira de Aquino da Clínica. O Prof. Vagner José Medeiros Martins e o Restaurante "Kitty" na esquina da Independência com Batista de Oliveira, Carlos Alberto, Waldemar e Celso da Endodontia. Na radiologia os Prof. Marcos Vinícius e Ulysses. Todos maravilhos amigos e profissionais. O Prof. Teixeira na Prótese Buco Maxilo que chegou a Diretor "pro-tempori" por um período, Prof. Lênio na Odontologia Legal e Deontologia que até conversamos por longos minutos por telefone algumas vezes em 2004 quando do 1º concurso da Polícia Federal aberto para Peritos Odontolegistas. O Prof. Hélcio Reskala como grande mestre que após a graduação se tornou um grande amigo que incomodo até hoje e ele prontamente ampara. Não nos esquecendo do Prof. Josemar, neutro na política, mas meu defensor num dos momentos da Greve quando da discussão com um dos Professores, mas competentíssimo ao cargo. Não nos esquecendo logicamente dos Professores Lucas, Renato, Neuza da Cirurgia. Na Patologia os Professores Falci que embora temido, marcou nossa carreira e o Prof. Fernando, recém chegado, mas com garra, disciplina e sabedoria. Professores Edson que não gostava muito de ter o seu nome divulgado nos jornais, a Profª Marília e Sônia do Departamento de Odontologia Restauradora, o ORE. Na Pediatria a Profª Luzia que até nos encontramos num curso de DTM tendo como Coordenador o Prof. Hélcio dentre outros do Departamento de Odontologia Social e Infantil, OSI, como o Prof. Robert e, claro, a fantástica Profª Maria Eugênia Tollendal que dizia em suas aulas - não me esqueço das suas palavras nunca - de que "Dentista tem de ler outras coisas para ter outros assuntos que não só odontologia." A mestra pediatra detestava comentários clínicos nos bares e botecos chamando a atenção que devemos saber mais sobre o mundo que não se reduz à profissão maravilhosa que exercemos. Um exemplo de humildade, embora tinha tudo para se orgulhar, mas não.

Quem não se lembra do saudoso Prof. Lagrange Canedo de Passos da Prótese, grande profissional, competente, destemido e humilde com sua sacolinha plástica a servir como bolsa. Um grande parceiro também nas discussões políticas da FO. Faleceu e deixou a todos nós um grande e maravilhoso legado acadêmico e de vida. Tivemos vitórias e mais vitórias juntos. Sinto falta deste amigo; muita saudade ficou aqui. A nomeação dele como Professor nosso foi um das reivindicações da Greve Estudantil de 94 quando forças ocultas o impediam de lecionar a todos nós. Mas, foi só tentativa. Nossa greve resolveu bem a sua questão, pois era ele aprovado em todas as bancas de concurso para a disciplina que fazia. Lembram-se?

Prof. Mário Arcanjo Filgueiras Filho, Professor de Patologia e companheiro dos alunos a nos acompanhar ou nós o acompanhávamos? Sei lá. Importa que participou de vários momentos felizes ou de profunda preocupação dos acadêmicos. Ferrenho opositor da situação quando ainda o conheci nos primeiros períodos da graduação. Também estava contemplado nas mesmas reivindicações. Desejávamos sua posse como Diretor - Vice o Prof. Henrique Duque - após nós o elegermos, embora o regulamento não previa eleições com envolvimento dos alunos, mas conseguimos articular o processo democrático. Após forças externas "burocráticas" queriam trazer a ditadura para o Campus. Não permitimos. A Greve nossa também resolveu aquele dilema. Grande amigo, parceiro, articulador político e, caso não saibam, aposentado do magistério, porém, hoje ainda labuta na Reitoria da UFJF com cargo ao lado do Reitor Prof. Henrique Duque.

Iniciamos a caminhada acadêmica tendo como Reitor da UFJF o Prof. Passini. Após a nossa Greve deveria ocorrer eleição para o cargo e isto aconteceu. O Prof. Renê Gonçalves de Matos, Diretor da Faculdade de Farmácia e Bioquímica venceu por grande maioria juntamente com o Prof. Carlos Alberto Crivellari..Atualmente e na sua já segunda gestão consecutiva o grande amigo, renomado profissional na área clínica e do magistério superior além da farta experiência de vida que em muitas vezes foi a nós mostrada, Prof. Henrique Duque de Miranda Chaves Filho. Um verdadeiro parceiro a participar de grandes decisões e  momentos políticos na FO. Grande amigo a ensinar e apoiar os passos logo após a saída da Faculdade. Antes de Reitor foi um dos Diretores da FO e conseguiu não somente melhoria acadêmica da Instituição, mas também com reformas físicas fundamentais que colocaram a nossa Faculdade como a melhor em termos de estrutura do Brasil e a segunda no tocante a aspectos  acadêmicos oferecendo diversas especializações e mestrado. Hoje em dia sob a Direção do Prof. Antônio Márcio Resende do Carmo.

Na Secretaria da Faculdade a Cristina que encontrei a poucos dias e a Hortência que se assustou bem com a entrega do nosso comunicado oficial de início da greve para logo na segunda-feira. Outras também que no momento não me recordo, mas todas sempre a nos atender brilhantemente com todo carinho, respeito e rapidez.

Claro que vale citar a Cantina do Renato que está lá ainda hoje, mas com um amplo espaço bonito e aconchegante. Os funcionários Lourdes na esterilização e Geraldinho. O Nelsinho na Patologia e o Sr. Nelson na Portaria. O Isaías que embora trabalhava como terceirizado era um dos que cuidava brilhantemente da faxina da FO sempre com um sorriso estampado no rosto. Foi o 1º a ser abordado por nós alunos na ocupação do prédio quando da nossa Greve. A maior realizada por estudantes na história da UFJF.

A nomeação do nosso Diretor, Prof. Mário Arcanjo, desejado pelo voto democrático, a falta de produtos de uso fundamental para as atividades clínicas e a resolução do problema da Prótese, pois já há mais de ano que estava tendo problemas e culminou em colocar-se um professor junto às nossas necessidades curriculares eram nossas reivindicações e fomos atendidos em tudo pelo manifesto. O Prof. Lagrange sempre era aprovado em todas as bancas examinadoras e nesta não foi diferente. Com o dilema da disciplina resolvido, a nomeação do Diretor e produtos adquiridos após exaustivos 62 dias, liberamos as dependências da FO e retornamos às aulas.

Os problemas na UFJF no período eram grandes e seguiram-se à Greve da FO outros movimentos como greve na Faculdade de Arquitetura, Paralisações do alunos da Faculdade de Medicina, Greve no Hospital Universitário, movimentos quanto ao valor do bandeijão do Restaurante Universitário pelo D.C.E..Dentre outros de cunho municipal como manisfestações no PAM e até Greve dos Policias Federais no período ocorreu. O contexto político-econômico era ruim.

Na comemoração dos 90 anos da FOUFJF, primeira Faculdade de Odontologia do Brasil, realizamos a Jornada Odontológica pelo D.A. tendo como Coordenadora a Profª. Ivone. Boas recordações.

A vida acadêmica contribuiu em muito para o perfil que temos na atualidade. Acredito que todos os envolvidos no ME daqueles saudosos dias colhem frutos positivos da participação nele. Tivemos a oportunidade ali de aprendermos a viver além de profissionalizarmos e, aqui fora, é apenas a aplicação do aprendizado. Aqueles que não participaram restou aprender junto com a vida já durante a profissão. Escolhas feitas no tempo que, infelizmente, não volta mais. Restam as saudades, as memórias de cada um a alegrar nossos momentos e encantar nossas famílias quando já as temos constituídas.

Mas há muito, desde minha graduação, venho querendo recortar as matérias do Jornal Tribuna de Minas. Este jornal diário era nos nossos idos de Faculdade, de  Diretório Acadêmico - D.A.- Ottoni Tristão da Faculdade, de Diretório Central dos Estudantes - D.C.E, o maior jornal da maravilhosa cidade de Juiz de Fora da qual tenho muitas saudades até hoje.

Este jornal impresso - internet ainda era raríssimo e não acessível a nós estudantes - era a ferramenta que tínhamos e jornalistas à época - principalmente o Sérgio que à época namorava uma grande amiga da Faculdade de Medicina - deram cobertura a muitos eventos e acontecimentos do nosso cotidiano acadêmico.

Mas, como o tempo sempre é curto para todos nós, dediquei alguns dias úteis a ir até a Biblioteca Municipal Murilo Mendes a fotografar estas matérias somente ao final de 2011 quando também pude rever o nosso  Prof. Henrique Duque sentado despachando junto a assessores no Gabinete como Reitor. Feliz fiquei e relembramos alguns momentos de nossas caminhadas. Claro que tomou bastante tempo a cópia das notícias e, talvez, ainda faltem algumas. Porém, pude folhear com muita satisfação várias páginas de jornais no período de 90 a 94, mês a mês, a buscar o que almejava e que aqui anexo.

Desejei muito resgatar as lembranças e, a quem interesse, compartilhá-las por aqui.

Assim, lembranças importantes do nossos momentos junto à FO e da UFJF puderam ser resgatados. Além destes, as recordações do ME e dos amigos no D.A Ottoni Tristão e no D.C.E a trazer para os dias de hoje amigos esquecidos a muito, mas que participaram junto conosco das várias disciplinas curriculares,  estágios, trabalhos, discussões, acordos e contatos políticos acadêmicos. Tempo bom, né?

Um grande e fraternal abraço
Fiquem com Deus.

Jornal Tribuna de Minas, Juiz de Fora, MG.

13/Março/93


25/março/93


02/abril/93

03/abril/93



06/abril/93

28/abril/93


18/maio/93



19/maio/93


01/março/94

17/março/94


21/março/94

22/março/94 - Início da Greve dos Estudantes da FOUFJF





23/março/94




24/março/94


25/março/94
29/março/94

31/março/94


04/abril/94



07/abril/94




09/abril/94


12/abril/94





15/abril/94



19/abril/94



21/abril/94


23/abril/94
 26/abril/94






10/maio/94


22/maio/94


23/maio/94 - Fim da Greve dos Estudantes da FOUFJF



24/maio/94

27/maio/94

23/junho/94


25/junho/94


28/junho/94

17/outubro/94 
90 Anos da Faculdade de Odontologia - 17ª Jornada               Odontológica do D.A.Ottoni Tristão



19/outubro/94

31/outubro/94